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Primeiro furacão da temporada na América do Norte e Central tem ventos de 207km/h

26/05/2014 16:33:00

Por: Rafaela Vendramini


A temporada de furacões nos Oceanos Pacífico e Atlântico, na região da América do Norte e Central, está apenas começando, mas o primeiro fenômeno já se formou. O furacão Amanda está na altura do México e com ventos de até 207km/h, o que o classifica na categoria 4, da escala Saffir-Simpson.

As simulações da NOAA, órgão de previsão climática dos Estados Unidos, indicam um enfraquecimento do furacão nas próximas 24 horas, quando ele cairá da categoria 4 para a 3 e os ventos terão velocidade de 180km/h. “Apesar de intenso, esse fenômeno não gerou alertas na costa do México, pois está há cerca de 1.000 quilômetros do litoral mexicano”, explica Patrícia Vieira, da Somar Meteorologia.

O furacão Amanda avançará para o norte e deve se dissipar nos próximos cinco dias, sem se aproximar do continente. Mesmo assim, as praias da costa oeste do México terão uma agitação marítima maior ao longo desta semana.

Os furacões são classificados em cinco categorias, que vai de 120km/h a mais de 250km/h. A temporada deles na América do Norte e Central começou agora e vai até setembro, sendo que o auge costuma ser entre os meses de julho e agosto.

[*BComo se forma um furacãoB*]

O furacão é um ciclone tropical que se forma quando há pressão atmosférica baixa e ar quente e úmido do Oceano. Uma grande área de nuvens surge e começa a girar, dando origem à forma espiral característica. O fenômeno é conhecido por causar chuvas e ventos fortes, e pode ter milhares de quilômetros de diâmetro. Geralmente, se dissipa quando atinge o continente.

[*BNomenclaturaB*]

Furacão, tufão e ciclone tropical são o mesmo fenômeno, mas que possuem nomes diferentes por causa dos locais onde se formam.

O furacão se forma no Oceano Atlântico e no Pacífico Nordeste, atingindo o continente americano. O tufão é um fenômeno que se forma no Pacífico Nordeste e atinge os países da Ásia. O ciclone tropical aparece nos Oceanos Índico e Pacífico Sudoeste e afeta principalmente os países da África e Oceania.

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