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Chuvas intensas atingem a faixa central do país no fim de semana

Maiores acumulados se concentram em Goiás, Pará e Tocantins

15/03/2018 13:23:00

Por: Monique Gentil

Chuvas intensas atingem a região central do Brasil neste fim de semana. No sábado (17) há condição para temporais no norte e nordeste do Mato Grosso, norte goiano, Tocantins e sul e oeste do Pará, provocados por áreas de instabilidade associadas ao calor e à umidade que transportada da Amazônia.

No Sudeste o destaque é um sistema frontal que organiza nuvens carregadas e chuva forte entre o Rio de Janeiro, Zona da Mata mineira e região de Belo Horizonte (MG). No Estado de São Paulo a chuva acontece em forma de pancadas mais passageiras, enquanto no Sul, as chuvas ocorrem de maneira mais isolada e entre períodos de melhoria. A exceção fica por conta da Região Metropolitana de Curitiba( PR) e também o litoral do Paraná, que recebem chuva mais forte.

No Nordeste, o tempo fica mais aberto nas áreas de sertão, por conta do deslocamento de uma massa de ar seco associada a um sistema meteorológico comum dos meses de verão, conhecido por Vórtice Ciclônico de Altos Níveis. Por outro lado, chove entre o oeste da Bahia e o Maranhão e entre Piauí e o Ceará.

No domingo (18), ainda chove em forma de pancadas no Norte, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, parte de Minas Gerais e entre Maranhão e o Ceará. Na maior parte de São Paulo e Rio de Janeiro, o sol predomina e a tarde será quente. Porém, o destaque é a formação de um ciclone extratropical na costa da Argentina, que dará origem a uma nova frente fria. O sistema vai voltar a espalhar temporais com vento forte para grande parte do nordeste argentino, Uruguai e grande parte do Rio Grande do Sul.

Mar agitado

O mar começa a ficar agitado já nesta sexta-feira (16) ao longo da costa do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com ondas que podem passar dos 2 m de altura na região de Rio Grande (RS) e Laguna (SC), enquanto no fim de semana, há condição para a agitação marítima crescer também no litoral paulista. Isso acontece devido a uma pista de ventos que é soprada do mar contra a costa, a partir de uma região de alta pressão atmosférica no oceano.

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