NOTÍCIAS

VÍDEOS

Satélite

(SATÉLITE) Final de semana começa com bastante nebulosidade desde o Amazonas até o sudeste do país. No entanto, chuva mesmo e com descargas elétricas acontece entre o Amazonas e o Mato Grosso, por conta de áreas de instabilidade. Aliás, o destaque desta madrugada foi a chuva forte de Cuiabá, capital do Mato Grosso, que em 3 horas precipitou mais de 60mm. Ressalta-se que desde o feriado do dia 15 não para de chover na região, foram mais de 100mm, quase a sua média climatológica. Atenção também as fortes pancadas de chuva que ocorrem neste momento no oeste gaúcho, for conta da formação de uma frente fria, que ajuda a organizar um corredor de umidade nessas áreas. Agora do restante do estado até o norte do Ceará e de Rio Grande do Norte o que predomina é o tempo firme. (CHUVA FORTE NESTA MADRUGADA DE SÁBADO EM CUIABÁ) Cuiabá teve papel de destaque nesta madrugada, foram 61,8mm de chuva só neste período de acordo com a estação do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). Isso corresponde a 35,7% da sua climatologia de novembro (172,9mm). Ressalta-se que desde o final da tarde do feriado da Proclamação da Republica foram 146,2mm de chuva na capital do Mato Grosso, isso é quase a climatologia do mês todo. Além de ser a capital no Brasil com a maior quantidade de precipitação nesse período. Aliás, nessa estação foram 274,2mm, 59% a mais da sua média histórica. Ressalta-se que pela estação oficial do INMET, foram até ontem 209,2mm no total de precipitação, que também já é acima da sua climatologia. Salienta-se que se olharmos pela estação automática do INMET, este novembro é o mais chuvoso desde 2007, quando foram 274,9mm precipitados. Aliás, se confirmado pelos dados oficiais, será o quarto (4°) mais chuvoso, em um mês de novembro, da história (CHUVA DESTE MÊS DE NOVEMBRO NAS CAPITAIS) Segundo os dados oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET): Nesses dezesseis (16) primeiros dias de novembro foram mais de 200mm de chuva em 4 Capitais no Brasil, que aliás ficaram acima das suas climatologias do mês. Como os 273,7mm em Vitória (cerca de 24,5% acima sua média), 269,5mm em Brasília (18,8% acima da sua média), 253,2mm em Palmas (3,9% acima da sua média) e 209,2mm em Cuiabá (21% acima da sua média). Salienta-se que tanto a capital capixaba quando a de Tocantins estão também com o novembro mais chuvoso dos últimos 5 anos, ou seja desde 2013 quando Vitória acumulou 351,1mm e Palmas precipitou 281mm. Em Contrapartida, faz 28 dias que não chove em São Luis, no Maranhão e 125 dias que não há acumulados de mais de 10mm em um dia nessa região. (DESTAQUE BH) BELO HORIZONTE: A tarde do feriado de quinta-feira (15) foi marcada por chuva forte na capital mineira, o volume elevado de precipitação provocou enxurradas em ruas e avenidas, resultando em 3 mortes. O acumulado de chuva na estação do INMET (Pampulha) foi de 45,6mm. Na cidade vizinha, Betim, um carro caiu em um córrego e o motorista morreu, os acumulados pela estação do CEMADEN somaram 90mm em menos de 24h. (DANOS PELA CHUVA NO DF) Os brasilienses tiveram complicações no início da noite de sexta-feira (16), por conta das chuvas que acontecem desde a noite de quinta (15). A Estrada Parque Vicente Pires (EPVP) foi interditada, pois um córrego transbordou (o Samambaia). Aliás, o Centro de Controle Operacional do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou também que o trânsito ficou lento. A Companhia do Metropolitano afirma que a estação Samambaia Sul continua interditada devido aos problemas causados pela chuva. Funcionários do metrô estão desde às 6h desta sexta-feira (16/11) retirando a água e fazendo a limpeza do local. A previsão da companhia é de que o trabalho siga até a manhã deste sábado (17/11). Em Vicente Pires, no Distrito Federal, o "Correio" flagrou uma enxurrada na Rua 10. Uma pessoa quase foi arrastada no momento em que tentava atravessar a via. Durante a manhã, uma cratera se abriu na Rua 8, provocando uma série de complicações aos motoristas que trafegavam pela região. Foi no mesmo local que um cavalo morreu eletrocutado esta semana. A tarde de sexta-feira (16) foi marcada por chuva intensa nas áreas do centro-norte do país. Segundo as estações automáticas do INMET, em Brasília-DF choveu 49,8mm, o que representa 22% da média climatológica para o mês de Novembro. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/11/16/interna_cidadesdf,719934/chuva-provoca-alagamentos-e-complica-transito-no-df-confira-mapa.shtml https://www.metropoles.com/distrito-federal/apos-abertura-de-cratera-moradores-de-vicente-pires-ficam-sem-agua (DESTAQUE PALMAS) Já em Palmas-TO o acumulado foi ainda maior, somando 70,4mm apenas na tarde de sexta-feira (16). Vale lembrar que considerando apenas a primeira quinzena do mês, a capital do Tocantins já havia superado a média climatológica para o mês de Novembro (243,6mm), com 251mm acumulados. (ESTRAGOS PELAS CHUVAS DO FERIADO EM SP) Forte chuva da tarde da última quinta-feira (15) inundou casas e derrubou uma ponte na zona rural de São Luiz do Paraitinga (SP). Apesar dos estragos, nenhuma família ficou desalojada. (CHUVA FORTE NO INTERIOR DE SP ENTRE ONTEM E ESTA MADRUGADA) A passagem de uma frente fria ajudou nas pancadas de chuva entre o fim da sexta-feira (16) e esta madrugada no norte do estado de São Paulo. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as maiores chuvas em 24 horas foram de 58mm em Jales, o que corresponde a 41% da sua climatologia (138,3mm) e 43,4m em Dracena. E pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) os valores foram maiores, de 68mm em Dracena, equivalente a 52% da sua climatologia (129,9mm) e 32mm em São José do Rio Preto. No entanto, em Ribeirão Preto, foram apenas 3,8mm no meio da tarde e chuviscos no final do dia, segundo a estação Jd Prof. Antonio Palocci. (NÍVEL DAS FURNAS EM MG) A chuva dos últimos dias no sul de Minas não foi suficiente para aumentar o nível do Lago de Furnas. Segundo o operador nacional d sistema elétrico (ONS), o lago estav com 15,07% da capacidade total no último dia 13 de novembro. Em janeiro de 2018, o volume estava ainda mais baixo, de 11,64%. Com chuvas, no mês de maio o nível chegou próximo aos 30%. Desde então, no entanto, o nível registrou apenas quedas. Mesmo com a situação crítica, o volume de novembro de 2018 está acima do registrado no mesmo período do ano passado, quando era de 9,67%. Se comparado com o mesmo período de 2016, o número estava próximo aos 50%. (DESTAQUE CURITIBA) Após um início de semana com máxima acima dos 29°C em Curitiba, sendo que na quarta (14) fez calorão de 31,2°C e foi a tarde mais quente desta primavera e desde o dia 18 de março. Salienta-se que, apesar desse dia ser a segunda maior temperatura do ano, esse valor não superou a maior temperatura de novembro do ano passado, quando fez 31,9°C no dia 16 de novembro de 2017. Entretanto, no feriado do dia 15 a temperatura máxima caiu para 24,2°C e na sexta-feira (16) a máxima chegou até 27°C. Assim, foi uma elevação de 2,8°C de um dia para o outro. Além disso, ontem ficou 2°C acima da sua média climatológica de novembro (25,0°C). Com relação as precipitações: Após o mês passado acumular 266,9mm, e ser o outubro mais chuvoso em 10 anos na capital do Paraná. Neste mês de novembro choveu apenas 28,1mm pela estação oficial do INMET e 23,4mm pela estação automática do mesmo instituto, bem abaixo dos 124,4mm, sua média climatológica. Pelos dados do aeroporto, não chove na capital paranaense, porém houve rajadas de vento de 39km/h às 17 horas de sexta. (DESTAQUE EM PORTO ALEGRE) Pelo dado oficial do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia): Depois de um domingo (11) e uma segunda (12) com máxima de 34,1°C, as maiores temperaturas desta primavera, estação que começou no dia 22 de setembro. e desde o dia 18 de março deste ano, quando fez máximas de 36,4°C. Já foram três dias seguidos em que as máximas em Porto Alegre ficam abaixo dos 30°C, porém acima dos 28°C. No dia 14 fez 28,2°C de máxima, no dia 15 29,2°C e no dia 16, última sexta-feira, 29,7°C. A temperatura da tarde de ontem até que foi quente e ficou 2,3°C acima da sua média climatológica de novembro (de 1981-2010), 27,4 °C. Ressalta-se que as temperaturas do início dessa semana não conseguiram ultrapassar a maior máxima de novembro do ano passado, 2017, que aconteceu no dia 15 com um valor de 35,6°C. Com relação as precipitações: Após Porto Alegre registrar 91mm no mês passado e ser o outubro com o menor volume de água em 8 anos. Neste começo de novembro foram um total de apenas 39,6mm de chuva, isso é baixo se comparado a sua média climatológica, que é de 110,9mm. (DESTAQUE SP) Após 5 dias consecutivos com temperaturas alcançando máximas entre 28 e 33°C, as temperaturas amenizaram na última sexta-feira (16) na capital paulista. Segundo os dados oficiais do INMET, no Mirante de Santana (zona norte), a máxima nesse dia foi de apenas 25,2°C e não choveu. Mesmo assim, houve rajadas de vento de 37,8km/h no sesc de Interlagos, na zona sul e do mesmo instituto. (DESTAQUE RIO) Após 6 dias seguidos com termômetros marcando mais de 30°C, o Rio de Janeiro fez apenas 26,1°C de máxima na sexta-feira (16), por conta da passagem de uma frente fria. Houve registro de chuva fraca segundo dados dos aeroportos. (TEMPESTADE DE INVERNO NOS EUA) Tanto a quinta quanto a sexta-feira (16) tiveram grandes transtornos com a queda de neve em Nova York, por conta de uma tempestade de inverno de nome Avery. Foram 6,4 polegadas (16,3cm) só na quinta-feira (15) na estação do Central Park, e esse foi a maior quantidade de neve para um dia em um mês de Novembro em 136 anos, ou seja desde 1882 quando registrou 9 polegadas de neve (22,9cm) no dia 30/11/1882. Aliás, nessa última quinta foi o segundo dia mais nevoso em um mês de novembro da história, segundo dados desde 1869. Avery também foi recorde de mais de 6 polegadas de neve em um início de mês de novembro, ou seja antes da temporada de inverno, provocada por uma tempestade sobre Nova York. Superando o recorde anterior, em 1938, quando foram 8,8 polegadas (22,4cm) só que entre os dias 24 e 25 de novembro. Ressalta-se que subiu para 11 o número de mortes causadas pela tempestade Avery nos Estados Unidos, foram 1 em Indiana, 1 em Ohio, 1 em Maryland, 1 em New Jersey, 2 em Michigan, 3 em Arkansas, 2 em Mississippi. A maioria foram acidentes de carros, devido as ruas escorregadias de neve, queda de árvores e demais. Além disso escolas foram fechadas nessa última sexta-feira, houve mais de 300 mil clientes sem energia na quinta e foram 1800 voos cancelados. Outros recordes: Em Memphis, no Tennessee, foram 0,6 polegadas de neve (1,5cm), sendo o dia mais nevoso em um dia de novembro em 27 anos. O Aeroporto Internacional da Filadélfia recebeu 3,6 polegadas de neve (9,1cm), sua primeira nevasca mensurável desse início de temporada, em 29 anos. Apenas três outras nevascas em novembro foram mais pesadas no aeroporto em registros datados de 1940: 6 a 7 de novembro de 1953: 8,8 polegadas 30 de novembro de 1967: 4,9 polegadas 22 a 23 de novembro de 1989: 4,6 polegadas Até o dia 20 de novembro são esperados entre 1 e 9 polegadas de neve (2,5 à 23cm) no nordeste dos Estados Unidos e no extremo sudeste do Canadá, que passa entre a Pennsylvania e Maine e entre Quebec e Noca Scocia. Fonte: Weather Underground. https://www.wunderground.com/news/storms/winter/news/2018-11-14-winter-storm-avery-snow-ice-east-midwest-south https://twitter.com/wxjerdman/status/1063373934102544384 https://twitter.com/wxjerdman/status/1063377872168067072 https://www.wunderground.com/news/storms/winter/news/2018-11-14-winter-storm-avery-impacts https://watchers.news/2018/11/15/early-season-winter-storm-avery-united-states-november-2018/ https://www.washingtonpost.com/weather/2018/11/16/heres-how-half-foot-snow-led-commuting-nightmare-new-york-city-thursday/?utm_term=.595bbd76eea8 (CICLONE TROPICAL NA ÍNDIA) Um ciclone tropical, ou Furacão de nome Gaya, atingiu a costa do sul da Índia no início de sexta-feira (16), com ventos entre 137 e 139km/h (de categoria 1 na escala Saffir-Simpson), o que fez mais de 80mil pessoas saírem de suas residências e procurarem um lugar seguro em Tamil Nadu, Puducherry e regiões de Karnataka e Kerala. E infelizmente 28 pessoas morreram. Houve queda de árvores, inundações e falta de energia elétrica. Foram destruídos 1600 casas de barro e mais de 5mil árvores caíram. Para ser ter uma ideia, em Nagapattinam choveu 152,4mm. Gaja é a segunda maior tormenta a atingir a costa sul da Índia nas últimas semanas, depois que o ciclone "Titli" atingiu Odisha em outubro, matando pelo menos duas pessoas. Salienta-se que é normal entre abril e dezembro o sul da índia a apresentar ciclones tropicais, que geralmente se forma na Baía de Bengala. Como em 1999, onde um ciclone matou mais de 15.000 pessoas no leste de Orissa. E no ano passado, onde o Ciclone Tropical Ockhi deixou 250 pessoas mortas em Tamil Nadu e Kerala. Previsão: No decorrer deste se sábado Gaya se afasta cada vez mais da costa do sul da Índia, porém ainda pode causar chuva forte e rajadas de vento por lá. Além de deixar o mar bastante agitado. Fonte: https://www.wunderground.com/news/news/news/2018-11-16-tropical-cyclone-gaja-india https://watchers.news/2018/11/16/tropical-cyclone-gaja-landfall-tamil-nadu-damage-casualties-november-2018/ http://tropic.ssec.wisc.edu/real-time/indian/movies/m5ir/m5ir_loop.html (SISTEMA CANTAREIRA) O volume do sistema cantareira voltou a cair nestes dois últimos dias, passou dos 34,3% no dia 15 de novembro para 34,2% no dia 16 do mesmo mês, uma queda de 0,1%. Isso é justificado por choveu pouco nesse começo de mês, foram apenas 39mm de chuva, isso é muito baixo se comparado a sua climatologia (de 161,6mm). Destaca-se que no dia 08 de outubro houve o registro de 33,5% no nível do sistema, esse é o menor volume armazenado no Sistema Cantareira desde o meio de março de 2016 (ou seja desde o dia 17/03/2016 quando relatou 33,4% de volume). É importante lembrar mais uma vez, que quando o volume está abaixo de 40%, pela Sabesp isso caracteriza nível de alerta, onde a captação de água passa de 31 mil litros por segundo para 21 mil litros por segundo. Se o volume passar dos 40%, o reservatório entra na faixa de atenção, sendo que a situação só se torna normalizada quando o nível chegar aos 60%. Aliás, o volume não fica acima dos 40% desde o dia 27 de julho deste ano, quando o nível do reservatório era de 40,2%. Salienta-se que a reserva técnica começou a ser prejudicada no começo de abril de 2013, quando o reservatório foi esvaziando lentamente, entretanto o volume útil se esgotou no início de julho de 2014 e saiu do volume morto nos primeiros dias de janeiro de 2016, segundo estudos da USP e UNESP. Por fim, neste ano de 2018 foram apenas 3 meses que choveu acima da média histórica no sistema cantareira, como Janeiro, Agosto e Outubro.